"Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo." Gálatas 6:2

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sábado, 2 de julho de 2011

A Ratoeira

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. 

Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa! A galinha, disse: - Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda. 

O rato foi até o porco e lhe disse: - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira! - Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.

O rato dirigiu-se então à vaca. - Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira! A vaca respondeu: - O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral: Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre- se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.


                O problema de um é problema de todos quando fazemos parte de um mesmo corpo ou equipe.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Pode o ódio materializado em sacrifício trazer paz?

Ódio da miséria, do problema de saúde, da desgraça na família. Ódio do diabo!
Os valentes dispostos a mudar a situação atual que tem vivido, tem que materializar esse ódio para o único que pode dar cabo a essa situação, o Senhor dos Exércitos, Nosso Deus.
No livro de Salmos 4:4 Deus fala através do Seu servo Davi o seguinte: "Irai-vos e não pequeis; consultai no travesseiro o coração e sossegai. Oferecei sacrifícios de justiça e confiai no Senhor."
Ele deixa bem claro, Irai-vos!!!! Ou seja, se revolte!  Mas em seguida completa, em outras palavras, se você mostrar essa ira com seu sacrifício de justiça, fique tranquilo, tenha paz, pois com certeza responderei.
E quando diz não pequeis e consultai o coração, aí que esta o segredo para o resultado. Consultar se não há malícia, se não esta levando o animal coxo ao sacrifício, se não fez como os filhos de Eli, que separavam para si parte do que era oferecido para Deus. Aí sim Ele diz e sossegai. Em outras palavras fique em paz.
E, é assim que descemos do altar do sacrifício quando temos a plena certeza que TODO o sangue ficou lá. Sem nada, mas com o mais precioso dentro de nós. E logo é externado através dos resultados, que não demoram nada a aparecer. É a unica situação que o ódio pode trazer paz. Nosso Deus é maravilhoso mesmo né. 
"Oferecei sacrifícios de justiça e confiai no Senhor." Sl 4:5 

Bp Renato Cardoso: O dia em que Deus se vestiu de vermelho

Bp Renato Cardoso: O dia em que Deus se vestiu de vermelho: "Mensagem sobre Isaías 63 e o espírito de guerra e revolta que vem do próprio Deus. Espalhe por aí! Isaías 63:1-6 1 Quem é este que vem ..."

Bp Renato Cardoso: O dia em que Deus se vestiu de vermelho

Bp Renato Cardoso: O dia em que Deus se vestiu de vermelho: "Mensagem sobre Isaías 63 e o espírito de guerra e revolta que vem do próprio Deus. Espalhe por aí! Isaías 63:1-6 1 Quem é este que vem ..."

quinta-feira, 30 de junho de 2011

A verdadeira revolta.

É certo que estamos em tempo de guerra. Declaramos ódio às ações do diabo em nossas vidas. 
Em um grande exército, como um só homem, todos de vermelho clamando e expressando sua revolta.
Essa campanha de Gideão, tem sido uma das mais fortes que já vi na IURD. Mas, infelizmente, nem todos tem entendido o que significa a verdadeira revolta.
Conversando com algumas pessoas que estavam conosco nas reuniões de revolta, perguntei sobre a expectativa delas para esta campanha que, para mim, é a maior de todas. Infelizmente, muitos nem sabiam o que estavam fazendo, e nem tinham certeza se iriam se lançar no altar. Mas disseram que "sentiram" algo muito forte quando o Bispo manifestou a revolta contra os problemas que tem sufocado o povo e também quiseram participar. 
Não se pode dizer que essas pessoas estão revoltadas.  Na verdade, elas estão envolvidas pelo "sentimento" de revolta que esta ao ser redor.
Vamos lembrar que antes do anjo aparecer para Gideão, Deus havia enviado um profeta para recobrar o ânimo do povo, mas isso não foi suficiente para que o povo se revoltasse, e decidisse dar um basta naquela situação.
E Gideão passou o "sentimento de revolta" para os 32 mil homens, mas só os que realmente eram revoltados e estavam com ódio da situação, absorveram o espírito. E esses foram os 300, que estavam dispostos a dar a própria vida e não voltariam atras. 
Não podemos nos deixar levar pelo "sentimento de revolta", porque essa é a falsa revolta e não traz resultado, apenas uma melhora. E não é esta a proposta da Fogueira Santa. Porque não adianta ser valente e vencer uma batalha. Temos que ter o espírito revoltado e fazer história.